domingo, 25 de outubro de 2015

Brasil, a queda do gigante!



A economia


Durante o primeiro governo Dilma (2011-14), a economia brasileira cresceu, em média, 1,2% ao ano, percentual menor do que o registrado pela maioria dos vizinhos sul-americanos.

Ao mesmo tempo, os gastos públicos aumentaram e, em 2014, o Brasil não conseguiu cumprir sua meta fiscal pela primeira vez desde 1997 (Pergunta, o que houve no Brasil em 2014 que fez os gastos públicos subirem tanto?). No mesmo ano em que Dilma conseguiu se reeleger, a dívida pública do país chegou a 63% do PIB. O percentual pode parecer pequeno se comparado aos 175% da Grécia ou aos 227% do Japão.

Porém, a alta taxa de juros do país, em torno de 12%, tornou mais cara a concessão de crédito. Para que o setor de negócios e os consumidores conseguissem crédito a juros menores, os bancos públicos passaram a subsidiar os empréstimos. Assim, o crédito era oferecido a taxas menos exorbitantes. Esse subsídio passou de 40% em 2010, para 55% em 2014.





Dívida pública, taxa de juros e inflação


À medida que o governo foi afrouxando a política fiscal, o Banco Central (BC) reduziu sua taxa de juros, o que gerou um aumento da inflação. Em março de 2014, o BC tornou a elevar a taxa de juros, fixando-a em 12,75%, percentual maior do que o registrado antes da redução. Na mesma época, a intromissão do governo nos negócios prejudicou o setor privado. A soma desses fatores fez a confiança do investidor despencar.



O caro leitor deve se questionar "Qual é o problema que ocasionou essa queda?", a resposta é: Declínio da ética e moral tanto dos administradores públicos quanto da própria sociedade. Há quem refute essa tese e simplesmente culpe a satânica Dilma ou os "Petralhas", mas basta analisar a própria sociedade para encontrar o problema que a muito a afeta: O BRASILEIRO NÃO SE PREOCUPA COM O BEM COMUM. A cultura Brasileira, em geral, é de conseguir ascensão econômica subjetiva não importando as consequências. O brasileiro não quer, ou não se importa com os outros membros da sociedade. A partir do memento que adquire uma vida confortável, o bem estar do outro se torna fútil. Essa cultura, ao contrário do que muitos pensam, não é própria apenas dos políticos, mas é sim encontrada em todos os setores da sociedade.
Enquanto a cultura brasileira for tão pobre, enquanto os brasileiros continuarem não se importando com o próximo, a nossa realidade política e econômica será a mesma, afinal A POLÍTICA REFLETE A ÉTICA DO POVO. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário